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a associação

Terra na Boca é uma Associação Cultural sem fins lucrativos, criada em 2009, cujo objectivo geral é o desenvolvimento de actividades no âmbito da sensibilização, formação, pesquisa, experimentação, promoção e produção de eventos artísticos, além do desenvolvimento de acções sociais, culturais, ambientais e de promoção do bem-estar.

   A Associação pretende ser um Centro de Criação, Pesquisa e Experimentação Artística onde seja possível arriscar propostas cénicas e performativas, desenvolvendo estéticas nas áreas menos divulgadas e com maiores lacunas em Portugal, como é o caso do Teatro Físico, Teatro Dança, Teatro de Manipulação e de Objectos, Novo Circo, Teatro de Rua, Artes Orientais, Teatro Etnográfico, Cabaret, Teatro-Ópera, entre outras. Tal objectivo implicará a aposta num Centro de Formação Alternativo Permanente, orientado por artistas convidados, de forma a possibilitar o desenvolvimento das competências artísticas e profissionais de todos os envolvidos.

   Estas propostas cénicas e performativas terão um formato original e único, caracterizado por inovação e surpresa, desencadeando novas e mais intensas reacções junto do público. A programação da Terra na Boca tem o formato de Festival Multifacetado e Multicultural de Diálogo Permanente chamado TRANSdisse, de edição anual, onde se cruzarão todas as áreas envolvidas no projecto acima mencionadas.

   Procuramos uma vida com sentido, arte e harmonia.

   No seu breve tempo de vida, Terra na Boca conta já com uma vasta programação recheada de produções próprias, co-produções, formações, acolhimentos de espectáculos multifacetados e uma extensão de um festival de cinema de artes performativas.

   Desde o início que inúmeros parceiros acreditaram no projecto e apoiaram Terra na Boca, criando parcerias de mais-valia para ambas as entidades. Destacamos o Contagiarte e o seu Centro de Formação Cultural, a Sala Estúdio Latino (Teatro Sá da Bandeira), o restaurante vegetariano Nakité, o Jornal Universitário do Porto, a Galeria de Paris e Galerias Lumière. Como culminar de quem acredita no projecto temos, mais recentemente, o Ministério da Cultura e a dgARTES, mencionando que “Este projecto, apresentado por uma jovem equipa, cuja diversidade de experiências assegura um investimento na intersecção disciplinar, propõe um festival de formato incomum, ao reunir sob um mesmo tecto programático actividades de formação específica e técnica, espectáculos interdisciplinares de produção própria, acolhimento de produções alheias e extensão de um festival de cinema dedicado às artes performativas.”